sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Pra fazer o DCE que a gente quer!!!

Todo mundo quer uma Universidade verdadeiramente de qualidade. Uma Universidade que ofereça ensino, pesquisa e extensão, uma formação muito mais que profissional, mas voltada pra a cidadania, para a construção de um país melhor. Que atenda os estudantes naquilo que eles necessitam: bolsas, moradia, alimentação, livros, cultura, e tudo o mais.
Mas pra tudo isso acontecer, nós, estudantes, temos que participar!!!
O Diretório Central dos Estudantes “ DCE “ é o instrumento principal para a concretização do que a gente quer. É ele quem tem a função de articular e movimentar todos os estudantes, para que juntos essa Universidade seja do jeito que a gente quer!
Infelizmente este não é o quadro atual da UFJF. Hoje em dia vemos uma gestão ausente e despreocupada com a opinião e o cotidiano dos estudantes, que é distante de onde os estudantes estão.
A Chapa DCE que a gente quer é um convite para que todos os estudantes da UFJF se unam na construção da Universidade e da Educação que a gente quer.
Reconhecemos todos os problemas presentes hoje em nossa realidade: falta de estrutura física, de professores, de vagas, de políticas de assistência e moradia estudantil, corte de bolsas, biblioteca desatualizada, falta de apoio a cultura, desrespeito para com portadores de necessidades especiais, machismo e homofobia.
Todos estes são obstáculos prementes, que não têm sido enfrentados pela atual gestão do DCE.
Este blog é um chamado feito à todos/as nós. É hora de construir o DCE que a gente quer!

Plano Nacional de assistência estudantil

Políticas de assistência estudantil visam garantir iguais condições para que todas/os estudantes, independente de classe social, gênero e raça, possam concluir seus estudos. São a garantia de uma Universidade democrática, onde todos/as os/as estudantes matriculados terão condições de se alimentar, morar, locomover, livros. O DCE que a gente quer está aliado à UNE na reivindicação de um Plano Nacional de Assistência Estudantil junto ao governo Federal, que defina, na prática, uma verba específica para as universidades investirem em assistência estudantil. Para a UFJF, exigimos:

  • Ampliação dos acervos das Bibliotecas!
  • Bolsista tem direito a férias. Fim do corte de pagamento nas férias!
  • Construção de um prédio para moradia estudantil! Muitos estudantes da UFJF são de outras cidades e não tem condições de pagar aluguel
  • Desencaixotamento dos livros das bibliotecas setoriais!!
  • Início imediato da construção/ampliação do RU, com funcionamento à noite e nos finais de semana
  • Muitas mães universitárias abandonam os estudos por falta de condiçoes de associar os estudos ao cuidado dos filhos. Queremos creche nas universidades!!! As mulheres mães também têm direito de estudar!

Fim do corte de bolsas na UFJF

Acompanhamos na UFJF um incontestável corte de bolsas através do fim do programa de bolsas de conclusão de curso de graduação (BCCG) e do não recebimento de bolsas nas férias. O Corte de bolsas nas férias é um ataque ao direito dos/das estudantes. Temos direito às férias! Além disso, a reitoria não reajusta o valor pago há dois anos, sendo que todos os salários e preços subiram nesse período.
A atual gestão do DCE ficou inerte diante desse fato. Não vamos ficar lamentando, vamos fazer diferente! Ainda é tempo! Fim do corte de bolsas já!

Contra a imposição do Reuni na UFJF

O Governo lançou recentemente um decreto que prevê uma reestruturação das Universidades, o REUNI. Na nossa avaliação, o Reuni apresenta avanços: autonomia para contratação de professores, ampliação das vagas, e acima de tudo, oferece a oportunidade de repensar a Universidade.
Este é um espaço onde o movimento estudantil tem que participar. É um importante momento quando os/as estudantes têm a oportunidade de dar sua contribuição para o avanço da Universidade. Nós, da chapa DCE que a gente quer, propomos que o DCE leve o decreto do REUNI à todos/as na Universidade, com espaços de discussão e debate de posições.
No entanto, o atual contexto da UFJF vai totalmente contra a esse processo. De um lado, a reitoria esconde dos/as estudantes o seu projeto de adesão ao REUNI; de outro, a atual gestão do DCE se nega a discutir o decreto, colocando-se automaticamente contra, além de divulgar uma falsa versão do REUNI, relacionando-o à instituição de Bacharelados Interdisciplinares (BI) do Universidade Nova.
O Universidade Nova é um projeto específico, originado na UFBA, e posteriormente adotado em outras universidades, como a UFABC, e que prevê uma reestruturação da arquitetura curricular através da construção de Bacharelados Interdisciplinares (BI). O que é diferente do REUNI, que não define essa reestruturação e tem medidas mais amplas. Como exemplo, a UFMG e a UFRJ estão construindo projetos pelo REUNI que não pretendem alterar a estrutura acadêmica tal qual está constituída hoje.
Nós, da chapa DCE que a gente quer, propomos a construção de um calendário de debates, nos quais os/as estudantes tenham a oportunidade de construir um projeto de Universidade democrático e popular, referenciado nas demandas sociais. Não vamos aceitar a falta de debate da reitoria, de explicitação do objetivo que tem a adesão ao decreto. Não vamos, todavia, perpetuar a postura da atual gestão do DCE que é a de “ser contra” sem debate com os/as estudantes. Nossa chapa não tem receio de debater, e quer construir com os/as estudantes da UFJF.



Conheçam o projeto do Reuni na seguinte página de internet:


https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6096.htm

Regulamentação dos estágios já!

Os estágios não podem ser entendidos como uma forma de emprego precarizado! É na verdade uma oportunidade para que o estudante estude e conheça um pouco da prática de sua futura profissão. Acompanhamos hoje empresas e a própria UFJF contratando estagiários como se fossem meros empregados, porém recebendo menos e sem direitos trabalhistas. Precisamos reivindicar uma Lei que regulamente os estágios!

Uma nova cultura política para o movimento estudantil


“Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagens. Ou seja: ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca” (Eduardo Galeano).

O movimento estudantil passa hoje por uma série de problemas decorrentes tanto da cultura política que prevalece na sociedade e que reflete na universidade, marcada pelo individualismo, pela apatia e desmobilização, quanto pelo distanciamento das entidades estudantis (DCE, C.As e D.As) dos/as estudantes. O movimento estudantil hoje está chato, sem-graça, com poucos falando para poucos.Nós queremos um movimento diferente, dinâmico, alegre, descontraído e irreverente, que esteja próximo dos estudantes, mas, ao mesmo tempo, que seja sério e coerente nas construções das lutas que devemos travar na nossa sociedade.
A nova cultura política que queremos construir significa que só vamos reencantar o movimento estudantil com novas práticas que democratizem e fortaleçam o DCE numa perspectiva coletiva e combativa. Precisamos de uma dinâmica de movimento que privilegie a participação das/os estudantes na construção da entidade e das suas lutas, criando espaços nos quais todas/os (mesmo aquelas/os que não se interessam pelo movimento) possam colocar suas opiniões. Nós queremos, portanto, um movimento estudantil diferente, radicalmente democrático e que esteja próximo dos estudantes! Por isso propomos:



  • Reuniões abertas e divulgadas com antecedência!

  • Reuniões do DCE nos institutos!Jornais mensais, sites e lista de e-mails!

  • Prestação de contas financeiras e das atividades da gestão!

  • Realização periódica e convocação com antecedência de Conselho de C.As e D.As (CONCADA)

  • Participação nos conselhos da UFJF e de Juiz de Fora (como o dos Transportes e da Juventude), tornando públicas suas atas!

  • Aproximação e maior diálogo com os grêmios das escolas secundaristas!

  • Congresso de Estudantes.

Extensão

A chapa “o DCE que a gente quer” encara a extensão como uma questão de fundamental importância e que deve ser colocada na ordem do dia para que o movimento estudantil possa debater. Ela não deve ser vista como dádiva ou caridade, mas como um direito da sociedade e um dever da academia. O saber que se produz na universidade pública é público e, por isso, deve ser colocado à serviço da população para a melhoria de suas vidas.
Para tanto, e imprescindível que sociedade e movimentos sociais estejam articulados com a universidade nesse processo de construção do conhecimento. A extensão é tambem um instrumento de formação profissional que possibilita o conhecimento da realidade na qual os discentes irão atuar após a sua formação. O debate sobre a extensão, muitas vezes esquecido ou mitigado, deve ser colocado na UFJF. E dever do DCE informar os alunos de que os mesmos podem e devem protagonizar os projetos de extensão, dentro de seus cursos com autonomia em relação aos seus professores.
Para tanto, nossa chapa propõe a criação de uma coordenaçao de extensão que se responsabiliza e se compromete com você estudante a participar e publicizar as atas do conselho de extensão , a valorizar os projetos já existentes, a construir um link próprio para a temática no site do DCE e a coloborar na eleboraçao de novos projetos atraves de uma cartilha que oriente como os discentes sobre todo o processo da construção de um projeto de extensão.

S.O.S. Casa de Parto


A Casa do Parto, criada ha 6 anos, tem por objetivo o atendimento ao parto humanizado todo realizado pelo SUS. A Casa promove a desospitalização do parto resgatando o ambiente domiciliar durante o mesmo, onde a mulher junto ao seu acompanhante é cercada de pessoas em quem confia para qua a luz seja dada com segurança e confiança. Ela segue as normas da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da saúde, prestando um atendimento centrado na mulher e valorizando o seu protagonismo durante o parto.
A casa ainda oferece diversos serviços para a comunidada juizforana como pré-natal, grupo de gestantes/casais, ginástica para gestantes, parto normal, parto na água, parto de cócoras, acompanhamento pós-parto, serviço de apoio ao aleitamento materno, curso de massagens para bebês (Shantala) e grupo de direitos reprodutivos. Não é difícil entender o importante trabalho desenvolvido na Casa e suas possibilidades no ensino, na pesquisa e na extensão. No país da indústria do parto hospitalar, onde infunde-se o medo ao invés da tranquilidade e felicidade às mães, o trabalho da Casa de Parto se constitui como uma vanguarda e um bem público que deve ser valorizado, divulgado e protegido por tod@s nós.

A cultura que liberta

A Cultura é um cenário em que vidas ganham significados a partir da simples existência e das ações de grupos, de pessoas, que valorizam as diferenças e os direitos. Ela é a prática social do conviver. Muitas vezes compreendemos a cultura como as produções artísticas, mas ela é muito mais ampla, está presente na arquitetura, na culinária, na moda, na literatura e nas formas de relacionamento e sociabilidade.
A cultura pode ter um potencial de transformação e mudança enorme. Pode ser também um poderoso instrumento de alienação e dominação. O que assistimos no mundo hoje é uma hegemonia das produções culturais que reforçam os valores e conceitos da cultura dominante, européia, branca, masculina. Cada vez mais, a idéia da cultura como entretenimento ganha força, o que na prática assegura a idéia do consumidor cultural como espectador (passivo por principio) e substitui a perspectiva do fomento à produção cultural como instrumento de mudança e transformação a partir da apropriação da história construída pela humanidade. O que importa é o espetáculo. A indústria cultural tem definido o que deve ou não ser produzido. Não há mais espaço para as produções independentes, criativas, ousadas e tudo aquilo que questiona os padrões definidos pelas grandes corporações culturais e da comunicação. Nesse sentido a implementação de uma política cultural deve criar espaços e instrumentos para o desenvolvimento das distintas expressões independentes. Deve também garantir mecanismos para a criação e difusão da produção independente, associada a uma ação para democratizar os veículos.
Acreditamos que o DCE deve criar espaços culturais que permitam a integração entre os estudantes das diversas áreas da UFJF.
Por isso propomos:


  • Organizar a 1ª. Bienal de Artes e Cultura da UFJF, composta por exposições, peças teatrais, mostras de filmes e espaços musicais;> Organizar, por meio do diálogo com CAs e DAs ciclos de cinemas interdisciplinares
  • Lutar pela restauração do DCE Centro, para devolver a ele o caráter de espaço de integração entre os/as estudantes da UFJF. O DCE Centro não pode ser resumido a um local para festas, que muitas vezes apenas contribui para a maior degradação do prédio
  • Garantir que as festas organizadas pelo DCE não sejam terceirizadas, pois acreditamos que os estudantes devem organizar seus próprios eventos. NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA CULTURA ESTUDANTIL
  • Lutar pela valorização do MAM e da Casa de Cultura, enquanto espaços de produção cultural, acessível à comunidade acadêmica e à sociedade.

Meio Ambiente

“...Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova referência face a vida, por um compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, pela rápida luta pela justiça, pela paz e pela alegre celebração da vida...”


A nova cultura política também está inserida nesse tema tão amplamente discutido e que ainda passa desapercebido para a maioria da Universidade.

Dessa forma, a chapa “DCE que a gente quer” apresenta a tônica do debate de Meio Ambiente aqui na UFJF, defendendo que é fundamental que a comunidade acadêmica incorpore atitudes mais ecologicamente corretas no seu dia-a-dia, além de entender que a sensibilidade a questão ambiental está em outro patamar: é um tema que deve ser democrático, participativo e transversal.

É papel do conjunto de estudantes pressionar que a Universidade cumpra um papel essencial para superarmos a crise ambiental, incentivando, produzindo e implementando, tecnologias limpas, projetos de pesquisa e extensão que devem estar a serviço da sustentabilidade, articulando o seu potencial mobilizador e formador de opinião.


Ambiente preservado rima com emancipação e preservação do homem e da mulher

- Criação de um Comitê de Debate Ambiental na UFJF e implantação de coleta seletiva no campus da UFJF
- Reivindicação de cadeira discente no Conselho de Meio Ambiente de Juiz de Fora (CONDEMA)
- Participação no Seminário Nacional de Meio Ambiente da UNE -
Garantir a participação estudantil na conquista do Jardim Botânico da UFJF e luta pela preservação da Mata do Krambeck.

Mulheres em todos os espaços

Nós, mulheres, somos educadas para sermos cuidadosas, meigas e delicadas. Já os homens são educados para serem fortes e corajosos. Ou seja, as características que vamos adquirindo, já na infância, encaminham as mulheres para o cuidado com a família e os homens para os espaços chamados produtivos, na esfera pública. A isso chamamos divisão sexual do trabalho: a separação das tarefas de homens e mulheres e a hierarquização destas, que valoriza mais as atividades desempenhadas pelos homens. A opressão das mulheres, portanto, tem uma base material e não apenas cultural.
Nas Universidades vemos claramente expressões da divisão sexual do trabalho. Somos maioria nas universidades desde a década de 80, no entanto, continuamos excluídas dos espaços de poder dessas instituições (reitorias, direções, etc), de muitas linhas de pesquisas e espaços de produção de conhecimento (projetos de pesquisa e pós graduação, por exemplo).
Ainda com relação a presença da mulher na universidade, podemos observar que, ainda hoje, a imensa maioria egressa encaminha-se para cursos que refletem o papel de cuidar e educar, como pedagogia, psicologia, enfermagem, papel historicamente atribuído às mulheres. A trajetória das mulheres nas universidades é marcada pela discriminação e pelo machismo. São exemplos: a coisificação das mulheres nas calouradas, as políticas de permanência não compreendem as dificuldades maiores que passam as mulheres para permanecer no curso, muitas mulheres sofrem violência nos campi, a desqualificação ao protagonizar os espaços da política universitária e ao pautar o feminismo na universidade. Tema delicado e pouco debatido, o assédio sexual por parte do corpo docente é uma realidade muitas vezes invisibilizada.Por concebermos a universidade como um espaço privilegiado de produção de conhecimento e construção de uma outra sociedade, não aceitamos a nossa desvalorização neste espaço.


Campanha do DCE pela criação de creche nas universidades.
Realização do I Encontro de Mulheres Estudantes da UFJF com garantia de estrutura oferecida pelo DCE.
Pela não utilização da linguagem sexista nos fóruns do Movimento Estudantil
Defesa de uma educação não sexista que respeite a pluralidade cultural e que combata toda forma de discriminação.

Esporte

As últimas gestões do DCE não têm valorizado o esporte. Uma gestão de DCE deve contemplar a diversidade de interesses, objetivos dos/das estudantes. O esporte é interesse de grande parte da comunidade acadêmica, logo, o DCE que a gente quer tem que pensar em formas de incentivar atividades esportivas como forma de integração entre os diversos cursos na UFJF.

  • Colocamo-nos como incentivadores e colaboraremos para a criação da Atlética da UFJF.
  • Incentivaremos o desenvolvimento de torneios na UFJF das diversas modelidades existentes.

Não à homofobia

Vivemos uma situação conflituosa na busca da igualdade sexual no mundo: 80 países ainda consideram a homossexualidade crime, dentre esses, 9 com pena de morte. O preconceito existente hoje na sociedade reflete-se na universidade e é necessário que a próxima gestão do DCE coloque a luta contra o preconceito e a defesa da livre orientação sexual como aspectos centrais.



  • Contra a homofobia no movimento estudantil e na Universidade!

  • Pela criminalização da homofobia!

  • Por uma educação plural e não heteronormativa!

Combate ao racismo

O racismo deve ser encarado como fator estruturante das desigualdades, da violência e da exclusão que marca a realidade do Brasil. Os negros constituem 45% do total da população brasileira, valendo ressaltar que mais de 64% dos pobres e pelo menos 70% dos indigentes são negros, como também a maior parte dos desempregados e subempregados do país. As mulheres negras vivem em condições ainda mais acentuadas de pobreza, sendo vítimas da combinação do racismo e do machismo. Segundo estimativas, menos de 2% dos universitários brasileiros são negros. A luta contra a descriminação racial deve estar na pauta do DCE e do movimento estudantil da UFJF no próximo ano!



  • Combate à discriminação racial!

  • Pressão junto à UFJF e às escolas da cidade para que coloquem em prática a Lei 10.639, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-brasileira e africana no currículo escolar!

  • Construção de um Fórum do DCE de debate sobre políticas de assistência estudantil das/os estudantes negras/os na universidade!

Economia Solidária

A Economia Solidária (ECOSOL) está situada no campo do trabalho e se coloca como alternativa às relações de produção capitalista. Possui como característica a democratização das decisões a respeito da produção, construídas em assembléias, onde todas/os possuem direito a voto. Isto afirma a não hierarquização dos diferentes saberes sobre o trabalho, rompendo com a idéia de que existiriam os/as competentes que planejariam a produção e aqueles/as que, por não possuírem tal competência, seriam considerados/as executores.Compreendemos que solidariedade e transparência nas ações também são características marcantes da ECOSOL, sendo fundamental o incentivo dado à participação política de cooperados e cooperadas.O individualismo é contraposto pela construção de uma cultura coletiva baseada na compreensão e respeito mútuo.

  • Todo apoio às cooperativas populares e as empresas recuperadas
  • Divulgação da economia solidária através de amplos debates na UFJF.

Acessibilidade

O espaço físico da UFJF não oferece condições de acesso aos deficientes, que encontram, por vez, dificuldades para transitar. O debate de acessibilidade tem tudo haver com o nosso direito de ir e vir. Ignorá-lo seria não atentar para um direito fundamental dos cidadãos e das cidadãs. Para mudar é necessário não só a publicização das necessidades dos deficientes físicos, mas, sobretudo, a mobilização dos mesmos para garantir seus direitos.

  • Atuação do DCE na Comissão de Acessibilidade da UFJF
  • Realização do debate sobre o tema na perspectiva de uma campanha que garanta a acessibilidade dos/as estudantes portadores de deficiência

Pos-graduação: integrar a universidade,

É notório no Brasil e em nossa universidade o crescimento dos cursos de pós-graduação lato-sensu e strictu-sensu. É fundamental que o DCE acompanhe este processo lutando pelos interesses dos estudantes sempre pautado pela complementaridade entre ensino, pesquisa e extensão e pela idéia de uma universidade socialmente referenciada. Para isso acreditamos que devemos lutar por:

  • Ampliação de recursos da reitoria para os cursos de pós-graduação
  • Incentivo a publicação de trabalhos e pesquisas
  • Divulgação transparente de editais de seleção e de bolsas
  • Intercâmbio entre os estudantes das mais diversas áreas para conhecimento de pesquisas e atuação acadêmica
  • Pela função social dos cursos de pós-graduação. É necessário que haja preocupação com os grandes temas e problemas de nossa sociedade
  • Políticas que estimulem a integração entre graduação e pós-graduação

Passe Livre

Dentre as políticas de assistência estudantil, uma merece um melhor destaque. Se é importante para o/a estudante ter onde morar e como se alimentar, também são importantes medidas que o/a auxiliem a locomover até a Universidade. A questão dos transportes assume uma especial importância em cidades como Juiz de Fora, uma vez que a UFJF se localiza em um local de não tão fácil acesso, além de distante da grande maioria dos bairros. Nesse sentido, a execução do passe livre para estudantes surge como a política pública mais eficaz e transforma-se num direito estudantil. Empreender essa conquista é uma tarefa de todos/as, a qual a chapa DCE que a gente quer também assume.

Recepção aos calouros

Chegar à Universidade é um importante momento para todos os estudantes. Não só pelo sonho de uma educação de qualidade, mas também por todas as novas experiências e oportunidades que esta nova etapa da vida reserva.
Ao DCE, cumpre auxiliar os estudantes calouros que chegam à UFJF, fornecendo-lhes as informações mais necessárias, sobre como funciona a Universidade, quais são seus direitos e deveres, incluí-los nos principais debates, além de promover a integração entre os que chegam e os que aqui já estão.
Esta é uma tarefa importantíssima, e que não se resume a realização de festas, como têm sido as atuais calouradas.
A chapa DCE que a gente quer entende que a recepção aos calouros deve ser mais valorizada, até para que estes possam se sentir acolhidos dentro do próprio movimento estudantil. E para tanto se compromete, junto a realização das calouradas, em construir O manual do calouro, informativo que contenha as informações mais importantes sobre a UFJF.
Além disso, queremos empreender novas formas de recepção dos calouros. Propomos aqui a realização de uma gincana entre os calouros, na qual eles terão a oportunidade de se conhecer, conhecer os diferentes cursos, e numa disputa amistosa conhecerem a Universidade.

Quem somos nós!

COORDENAÇÃO GERAL: Fabíola Paulino (C. Sociais), Samuel Monteiro (Engenharia), Lívia Salomão (Direito), Ludmilla Taborda (Enfermagem). COORDENAÇÕES SETORIAIS: Engenharia e Arquitetura: Guilherme Fonseca (Eng). ICE: Ademar Junior "Gaspar" (Mat). IAD: Anna Flavia (Artes). ICB: Carol Matozinhos (Bio). ICH e FALE: Helenice Dias (Hist). Estudos Sociais: Cristiano "Tomate" (S. Social). CCS: José Gustavo "Hooligan" (Med). CULTURA: Cyntia Fernandes (Artes), Ana Carolina "Carol" (Fil), Lívia Antunes (Geo), Letícia Mendes "Lê" (Psi), Tiago "Harry" (C.sociais), Wallace Guedes (His), Gustavo Vilella (C. Sociais), Pollyanny Figueiredo (Fisiot), Rodrigo Brito (Dir).
EXTENSÃO: André Suriane (Eco), Raíssa Faria (Med), Eponina "Nina" (C. sociais), Fernando Perlatto (His), Lorena Andrade (Enf). FINANÇAS: Lucas Cassab (Eco), Rodrigo "Xixi" (Eco), André Fonseca (Geo), Argemiro Pires (Adm), Thais Ferreira (Med). MEIO AMBIENTE: Wellerson "Karamello" (Eco), Davi Barreto (Bio), Diogo Antunes "Tunico" (C. sociais), Amanda Junqueira (Enf), Karen da Rocha (Tur), Raphael "Osama" (Bio). ESPORTES: Rafael "Bolinha" (C. Sociais), Débora Freitas (Farm), Daiane Freitas (Fisiot), Eduardo Walneide "Mestre" (Qui), Pedro Lobo (Tur), Ricardo Domingos (Let), Edinardo "Ed" (Enf), Thales Campos e Silva (Eng). COMUNICAÇÃO: Anna Flavia (Com), Moema Feital (Let), Henrique Fernandes (Com), Fernando Neiva (C. Computação), Maria Fernanda (C. Sociais), Giliard Tenório (Com), Rafaela Pires (Med), Natalia Andrade (Farm). MULHERES: Marina Guimarães (Med), Julia Tartaglia (Jir), Laura Mendes (Med), Angie Miranda (Let), Ana Cristina "Aninha" (Med), Mariana Horta (Fis). ACESSIBILIDADE: Daniela do Amaral (S. Social), Djamilla Olivério (C. Sociais), Karen Brando (Med). PÓS-GRADUAÇÃO: Tiago Rattes (mest. C. Sociais)

Apoios da chapa

ADMINISTRAÇÃO: Ana Catarina Salomão (6º D), Faviane, Adriana Fernandes (8ºD), Isabel Fajardo (8ºN), Rodrigo "Cebola" (8ºD). CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: Anderson Lopes (1º), Neima Menezes (1º), Bárbara Ferrara (1º), Marina Mechlei (2º), Rachid Aref El Aouar Filho (2º), Laila Fieto (2º), Lívia Clemente (3º), Norberto Emídio (3º), Cássia Reis (3º), Fernanda Santos (3º), Laura Helena Cortez (3º), Julliane Dutra (3º), Marcell Kaled (3º), Marcel Martins (3º), Diego Melo (3º), Robson Henrique de Carvalho (3º), Loyslene Bonifácio (3º), Thabata Duque (3º), Isabella "Tymbu" (4º), Alexandre (5º), Luíza "Wandinha" (5º), Gláucia (6º), Dani (6º), Guilherme Alfenas, Cassiano (8º), Narjara (9º). CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO: Bruno Archeti dos Santos. CIÊNCIAS SOCIAIS: Bruno Rocha (2º), Thiago "Xunda" (2º), Rodrigo Morais (2º), Gabriela Viscondi (4º), Fernando Henrique Guisso(4º), Laís Lavinas (4º), Rafaela Reis (6º), Talito Benazi(8º), Joyce Louback (8º), Lucélia do Valle (8º), Lara Cruz Correa (8º), Annabelle Modesto (8º), Rafaela Procópio (8º), Flávia Vidal (8º), Éder Lima(8º), Wilmar Carvalho (8º), Sanderson Barra (8º), Jaymie Schmitz (8º). COMUNICAÇÃO: Paula Carvalho da Silva (5ºD), Pedro Nogueira (6ºN ), Vinícius Moura (8ºN), Cecília Delgado (10ºN), Tiago "Harry Potter" Domingos (10ºN), Ingrid "Dida" Borges (10ºN), Diogo Kling (10ºN), Bruno Guedes (7º), Leciane Moreira. DIREITO: Isabela Simão (4ºD), Amanda Brito (4ºD), Ícaro Teixeira (6ºD), Amanda Castro (7ºD), Túlio Fávaro (7ºD), Juliana Patrocínio (7ºN), Belissa (7ºN), João Paulo Schettino (7ºN). ECONOMIA: Júlio César "Tigodi" (6ºN), Raquel Fortes (2º N), Daniel "Daninho" (6ºN), Pablo "Bira" (6ºN), Tatiana Santos (8ºN), Vicente Patrício, Neto (4ºN), Filipe Senra "Plin" (6ºN). EDUCAÇÃO FÍSICA: Maraísa, Carlos Eli "Eli", Fernado Hagen "Nandão", Santiago Tavares Paes (3º), Gustavo Rodrigues Silva (8º). ENFERMAGEM: Daniel Salvador (2º), Samuel de Castro (4º), Leidismar Coutinho (5º), Carolina Espineli (6º), Vítor Pereira (8º), Juliana Almeida Santos (8º), Deyvyd Andrade (5º), Juliana Pacheco (5º), Priscila Victória (6º), Vladmir Delgado (8º), Juliana de Almeida Santos "Je" (8º). ENGENHARIA CIVIL: Guilherme Bispo, Marcus Vinícius "Markin Kiko", Mateus Calis Freitas, Breno Costa Alves de Sousa "Poka", Raphael Batista Souza (1º), Victor Navarro dos Reis "Canela" (1º), Thiago Lopes dos Santos "Chico Bento" (1º), Pedro Paulo A. Santos, Rafael Cal Rezende (1º), Rafael Vitor Morais Ladeira (1º), Mariana Dandiê Siqueira Munin (1º). ENGENHARIA ELÉTRICA: Alisson Alves Almeida, Rodrigo Carvalho, Anderson "Paulista", Tiago "Paracatu", Hugo Nolasco, Amanda Mendes "Amandinha", David Melo Souza, Filipe Alvim Botelho "Tonto", Pedro Assis Sobreira Júnior, Aline Aguiar da Franca, Custódio Esch Ferreira da Costa, Fillepi Archetti dos Santos "It", Henrique Borba Garcia "Vampeta", Leandro Benine de Almeida "Leandrinho". ENGENHARIA DE PRODUÇÃO: Paula Salomão (2º), Margarida "Margô" (5º). FARMÁCIA: Teles Reis (1º), Leonardo Carvalho (5º), Luciana Segheto (6º), Karla (6º), Camila Nascimento Monteiro (8º). FILOSOFIA: Daniel Braga (2º), Ricardo Moreira (2º), Nathalia Lãoturco (bacharelado). FÍSICA: Julio César "Beira Mar". GEOGRAFIA: Felipe Caldeira (1º N), Crisley Vieira "Cris" (7º N), Felipe Braga. HISTÓRIA: Heitor Loureiro (4ºD), Nittina Botaro (4ºD), Carla Beatriz (4ºD), Herbert Almeida (6ºD), Leandro Mageste (6ºD), Bàrbara Fiqueiredo (6ºD), Thiago "Bob" (6ºD), Felipe Cazetta (6ºD), Sérgio Augusto (6ºD), Lívia Nascimento Monteira (8ºD), Leandro Pereira Matos (8ºD). LETRAS: Ed´Mom Neto (1º), Débora Ribeiro de Almeida (2ºD) Patrícia Nunes Paiva (8º), Danielle Generoso (6ºN), Ana Paula (3ºN), Elaine (3ºN), Daniele(3ºN), Swelen Botaro (8ºN). MEDICINA: André Henrique (2º), João Bonin (3º), Priscila Monachesi (3º), Clarisse Monachesi (3º), Leandro Balbi (3º), Pilar (3º), José Augusto Duarte (3º), Rafael "Maluco" (3º), Felipe Queiroz "Felipão" (4º), André Luiz (5º), Juliana Maria (6º), Heverson (6º), Francisca Simão Pereira (7º), Aleks (7º), Delaine (7º), Daniela Aparecida Toledo (7º), Neandro Paula do Valle (7º), Felipe Parisi (7º), Bianca Dilly (7º), Flaviano Diego Mendes (7º), Victor Valle (8º), Tarlice (9º), Rogério Toledo (9º), Helbert Fernando (9º). ODONTOLOGIA: Emanuel (5º), Nathalia Barros (5º), Carol Cotes (6º). PSICOLOGIA: Adriana Estevão (2º). QUÍMICA: Patrícia A. Silva (5º), Camila dos Santos Machado (7º). SERVIÇO SOCIAL: Ana Carolina Vilella (1º), Larissa Teodoro Bernardo Oliveira (1º), Cássia Serqueira Dias (1º), Marcela Santana Julio (1º), Jother do Carmo B. Coelho (1º), Ana Luiza Avelar de Oliveira (1º), Monyanna Bertoline (3º). TURISMO: Rodrigo Leal "Digo" (1º), Eliane Cunha de Souza "Lili" (7º), Poliana Mendonça (8º), Dádia Salomão (8º).